Parafraseei Dinho Ouro Preto e o Capital Inicial (Música: Quatro vezes você) no título. Vale a pena essa reflexão. A vida é propriedade de cada um, mas sempre tentamos nos encaixar em algum grupo da sociedade e para isso, precisamos mudar algumas das coisas que gostaríamos de fazer, se ninguém pudesse nos ver. Reprimimos vontades, calamos desejos e atrasamos o passo para que as pessoas gostem da gente. Mas será que essa pessoa é você mesma?
Para desagradar a todos, basta tentar agradar a todos. Alguém sempre vai gostar de você pelo que és. E são essas mesmas pessoas que merecem seus preciosos minutos de atenção, quando você poderia estar fazendo tantas outras coisas. O que você faria no seu trabalho se o seu patrão não pudesse te ver? Xingaria ele, chutaria a cara dele ou trabalharia direitinho e chegaria na hora de qualquer maneira? Eu acho que essa última não, hein?
Por essas e outras que as pessoas e o mundo hoje estão muito superficiais. Não há mais autenticidade. Quando alguém tem alguma opinião que não seja a da moda da sociedade, fica taxado pro resto da vida como louco, rebelde ou alguém que não presta. Quando na verdade, essa pessoa pode ser melhor que você em vários sentidos e ter a sua razão no seu modo de agir, pensar ou falar. Há de se ter essa distinção. Vivemos nos censurando!
Se jogue! Se solte! Faça uma coisa que você gostaria de fazer por dia (pelo menos). Grite quando tem vontade, fale palavrão quando estiver na ponta da língua, manifeste sua fé quando estiver em meio a pessoas que você costuma se aquietar. Diga ao mundo que você assiste todos os capítulos das novelas da Record! Chega de pensar tanto no que os outros vão pensar. Viva a sua vida! Chega de paranoias. Se não agora, quando?
Mais um texto reflexivo que espero que sirva para pelo menos uma pessoa. Se um de vocês seguir esses conselhos, esse tempo de escrever essas linhas será considerado de extrema satisfação. Mas não faça por mim, faça por você! Um grande abraço e até amanhã!


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